quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Nota de Repúdio da ABGLT - Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
A ABGLT - Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, publicou nota de Repúdio aos 19 Vereadores da Câmara Municipal de São Paulo que aprovaram o projeto de lei nº 294/2005 que institui o Dia Municipal do Orgulho Heterossexual:
O dia 2 de agosto de 2011 é uma data que vai entrar para a história da cidade de São Paulo. Infelizmente, isso acontecerá por uma razão que envergonhará a maioria dos/das cidadãos(ãs) dessa metrópole, cosmopolita, diversa, orgulho de todas e todos as(os) brasileiros(as).
A cidade que sempre acolheu a diversidade e que realiza a maior Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) do mundo, com quase 4 milhões de pessoas, acaba de receber a notícia de que 19 de seus representantes na sessão da Câmara Municipal hoje aprovaram um projeto de lei obscurantista, que discrimina milhões de cidadãs e cidadãos.
Quando os vereadores tomam posse, juram cumprir a Constituição Federal, a Constituição Estadual e a Lei Orgânica Municipal, que é a lei maior do município, observar as leis, desempenhar o mandato e trabalhar pelo progresso do Município e bem estar de seu povo.
O Preâmbulo da Lei Orgânica do Município de São Paulo declara que “a presente Lei Orgânica, (...) constitui a Lei Fundamental do Município de São Paulo, com o objetivo de organizar o exercício do poder e fortalecer as instituições democráticas e os direitos da pessoa humana.”
Pois, ao nosso ver, o projeto de lei nº 294/2005 é um acinte propositalmente ofensivo e atentatório à democracia e aos direitos da pessoa humana. E essa percepção não está enviesada por nossa parte. Para poder avaliar o propósito verdadeiro do projeto de lei, basta ler o conteúdo preconceituoso e discriminatório da justificativa do projeto (versão na íntegra abaixo).
Os heterossexuais não são discriminados pelo simples fato de serem heterossexuais, ao contrário dos homossexuais, a exemplo dos casos recentes de violência homofóbica na Avenida Paulista tornados públicos pelos meios de comunicação, entre muitos outros casos no Brasil. Os heterossexuais não são vítimas de agressões verbais e físicas, de violência, não são assassinados em virtude de sua orientação sexual.
A celebração do “Orgulho LGBT” ocorre justamente para reafirmar a necessidade do enfrentamento da discriminação, agressão e violência comprovada às pessoas homossexuais. É descabido propor a celebração, respaldada em lei, do “orgulho heterossexual” a fim de simplesmente desmerecer a luta social justa da população LGBT.
Os 19 vereadores da Câmara Municipal de São Paulo que votaram a favor desse projeto de lei envergonharam a nação brasileira, com sua conivência com o desrespeito à laicidade do Estado, com seu aval ao preconceito, com a mensagem de ridicularização da cidadania da população LGBT que endossaram e divulgaram para o mundo afora. Enquanto o Supremo Tribunal Federal dá uma lição de direitos humanos e cidadania para o mundo inteiro, ao julgar, tão somente nos preceitos da Constituição Federal, pelo reconhecimento efetivo da igualdade de direitos dos casais homoafetivos, os 19 vereadores da Câmara Municipal de São Paulo expuseram para mundo sua mediocridade ignorante em compartilhar da mesquinharia do vereador autor do projeto de lei nº 294/2005.
Aproveitamos para agradecer aos(às) vereadores(as) que de forma digna e cidadã se posicionaram contrários à aprovação do projeto de lei .
Também pedimos ao prefeito Gilberto Kassab que vete esta excrescência homofóbica.
02 de agosto de 2011
ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Reunião da comissão organizadora da II Conferência Estadual LGBT de Santa Catarina
| Enviado por ASCOM/SST em 02/08/2011 16:29:51 (84 leituras) |
Os representantes da comissão organizadora da II Conferência Estadual LGBT estiveram reunidos na tarde desta terça-feira (02) na SST. Na pauta a continuação de assuntos como a indicação dos nomes de membros das Entidades Estaduais para compor a Comissão Organizadora da Conferência, e posterior publicação da portaria e a apresentação das propostas das Subcomissões de Trabalho da II Conferência LGBT 2011. A Conferência está prevista para o período de 23 a 25 de setembro. Dentre os principais objetivos da conferência estão a avaliação das diretrizes para a implementação de políticas públicas e de direitos humanos voltadas à população LGBT, no Estado de Santa Catarina e a proposta de criação do Conselho Estadual de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT. Fonte: http://www.sst.sc.gov.br/modules/news/article.php?storyid=2073 |
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
CONVITE
O Fórum Estadual para Implementação da Lei Maria Penha, reunido na III Conferência de Políticas Públicas para as Mulheres de Florianópolis, realizada nos dias 29 e 30 de julho, deliberou pela realização de Ato Público no dia 05 de agosto às 14h00min, em frente ao Juizado Contra a Violência Doméstica, sito a Rua Anita Garibaldi Centro (lateral do Instituto Estadual de Educação).
Este ato se constituíra em um abraço simbólico ao referido prédio, com panfletagem e apitaço.
Neste dia, como em todos os dias do ano exigimos o cumprimento dos direitos das mulheres como a efetiva implementação da Lei Maria da Penha que trouxe para arena pública a violência doméstica e intrafamiliar e tipificou as outras diferentes formas de violência como: a física, patrimonial, psicológica e sexual.
Maria da Penha, só para lembrar, protagonizou caso simbólico e perverso de violência doméstica. Em 1983, por duas vezes, seu marido tentou assassiná-la. na primeira vez com uma arma de fogo,na segunda por eletrocução e afogamento.As tentativas de homicídio resultaram em lesões irreversíveis à sua saúde,como paraplegia e outras seqüelas.Maria da Penha transformou sua dor em luta,tragédia em solidariedade. A sua luta e a nossa luta ressignificou a violência doméstica como uma questão de saúde pública e que exige uma rede de serviços como: Casas Abrigos, Centros Atendimento Especializados para atendimento a mulher em situação de violência, Defensoria Pública, a promoção e a realização de Campanhas educativas de prevenção de violência doméstica, a Capacitação permanente das Polícias Civis e Militar, da Guarda Municipal, do Corpo de Bombeiro, de Programas Educacionais, a inclusão nos currículos escolares de conteúdos relativos a direitos humanos, a equidade de gênero e de raça etnia a questão da violência domestica.
Por isto você que acredita que é possível a equidade de gênero, que a violência contra a mulher é uma questão que deve ser banida do nosso cotidiano, vista a sua camisa lilás e venha conosco no dia 05 de agosto, às 14h00min horas em frente à Vara Especializada em violência dizer que queremos a efetiva implementação da Lei Maria da Penha.
BASTA DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER;
TODA MULHER TEM DIREITO AUMA VIDA JIVRE SEM VIOLÊNCIA.
FÓRUM ESTADUAL PARA IMPLEMENTAÇÃO
DA LEI MARIA DA PENHA
quinta-feira, 28 de julho de 2011
C O N V I T E
Convidamos tod@s para a defesa de tese, do prezado colega Felipe Bruno Martins Fernandes, no dia 12/08 às 13h30min no mini-auditório do CFH da UFSC.
Defesa de Tese: “A Agenda Anti-Homofobia na Educação Brasileira (2003-2010)”
Horário: Das 13h30min às 18h30min
Horário: Das 13h30min às 18h30min
Mini-Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal de Santa Catarina
Florianópolis, Brazil
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas
Área de Concentração: Estudos de Gênero
Linha de Pesquisa: Epistemologia dos Estudos Interdisciplinares de Gênero
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas
Área de Concentração: Estudos de Gênero
Linha de Pesquisa: Epistemologia dos Estudos Interdisciplinares de Gênero
Informações:
Campus Universitário - Trindade - CEP 88.040-900 - Florianópolis
Santa Catarina - Brasil
Fone: +55 (48) 3721-9405
Email: dich@cfh.ufsc.br
http://ppgich.ufsc.br/
Banca Examinadora:
Miriam Grossi (Presidenta - UFSC)
James Green (Membro - Brown)
Alinne Bonetti (Membro - UFBA)
Paula Ribeiro (Membro - FURG)
Antonella Tassinari (Membro - UFSC)
Luzinete Minella (Membro - UFSC)
Joana Pedro (Co-Orientadora - UFSC)
Jimena Furlani (Suplente - UDESC)
Fernando Pocahy (Suplente - UFSC)
terça-feira, 26 de julho de 2011
Mostra de filmes na Lagoa discute homofobia e desigualdade social
As relações entre discriminação sexual e desigualdades sociais desafiam as políticas públicas no Brasil e estão no centro dos debates dos estudos de gênero e identidade. Nos dias 2 e 3 de agosto, na Casa das Máquinas, na Lagoa da Conceição, o Curso de Antropologia da UFSC promove, com apoio da Secretaria de Cultura e Arte, a “Mostra Audiovisual Homossexualidades, Racismo, Educação e Violências: a obra de Vagner de Almeida”. O evento parte da obra cinematográfica do teórico e ativista político Vagner de Almeida, que estará presente, para provocar discussões sobre cidadania e igualdade de gênero. A mostra é gratuita. Os interessados devem retirar os ingressos no local, uma hora antes das exibições.
O evento quer mostrar como as relações permeadas pelo racismo e homofobia produzem miséria social. “A desigualdade social precisa ser vista em sua complexidade como um problema que perpassa não só a classe, mas também a raça e o gênero”, lembra Miriam Grossi, coordenadora do Núcleo de Identidade de Gênero e Subjetividades da UFSC, que soma esforços a duas outras entidades de pesquisa na organização do evento: o Núcleo de Antropologia Audiovisual (Carmen Rial) e Estudos da Imagem e o Núcleo de Estudos sobre Identidades e Relações Interétnicas (Ilka Boaventura Santos). “Os sujeitos têm marcas no corpo que produzem desigualdades”, anota Felipe Bruno Martins Fernandes, doutorando do Curso Interdisciplinar em Ciências Humanas, um dos organizadores da Mostra.
A atividade antecede o reinício das aulas nas universidades e a Primeira Conferência Municipal Lésbicas Gays Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBTTT) em Florianópolis, marcada para o dia 23 de agosto, a partir das 8h30min, no auditório da Câmara de Vereadores. Funcionará como uma espécie de preparação para os delegados desse fórum, que seguirão para a etapa estadual, ainda sem data, e para a nacional, já convocada pela presidente Dilma Rousself para dezembro, em torno de dois eixos: combate à miséria e à discriminação. O objetivo da etapa municipal é definir um consenso sobre o que se quer para Florianópolis em relação à promoção da
cidadania e da diversidade de gênero. “Optamos por fazer um evento de férias que discuta questões como violência sexual, feminismo, identidade, que faça teoria e política e ao mesmo tempo divirta com o colorido e a alegria da pluralidade”, diz Fernandes. A participação na mostra é gratuita, a exibição dos filmes é seguida de debates e da promoção de lanches.
cidadania e da diversidade de gênero. “Optamos por fazer um evento de férias que discuta questões como violência sexual, feminismo, identidade, que faça teoria e política e ao mesmo tempo divirta com o colorido e a alegria da pluralidade”, diz Fernandes. A participação na mostra é gratuita, a exibição dos filmes é seguida de debates e da promoção de lanches.
Vagner de Almeida, o cineasta e documentarista homenageado, coordenou o Projeto Juventude e Diversidade Sexual e atualmente coordena trabalho com população da Terceira Idade na Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA), no Rio de Janeiro. Diretor de filmes e teatro, ativista, escritor, ator e crítico de teatro, seu trabalho está focado em gênero e sexualidade, HIV/AIDS, e a relação entre exclusão social, saúde e doença. Atualmente integra o Program on Gender, Sexuality and Sexual Health in Latino Communities and Cultures, no Center for the Study of Culture, Politics and Health dirigido pelo pesquisador Richard Parker da Columbia University (New York/EUA).
Informações:
Miriam Pillar Grossi: (48) 91 31 55 90.
Divulgação: Raquel Wandelli, assessora de comunicação social da SeCArte
Fones: 37219459 e 99110524.
Filmes da Mostra
Dando a volta por cima: uma história coletiva – http://mostravagnerdealmeida.wordpress.com/filmes/dando_volta_cima
9min | 2008
Dando a volta por cima: uma história coletiva – http://mostravagnerdealmeida.wordpress.com/filmes/dando_volta_cima
9min | 2008
Esse documento apresenta de forma cronológica os materiais de prevenção para homossexuais HSH, travestis e lésbicas, produzidos pelo governo e pororganizações da sociedade civil organizada entre os anos 1980 e 2000. O material faz ainda uma homenagem a líderes comunitários já falecidos que se dedicaram à prevenção do HIV/AIDS na comunidade LGBT brasileira.
Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ) – Janaína Dutra – Uma Dama de Ferro 50min | 2011
Em fevereiro de 2004 falecia em Fortaleza, aos 43 anos de idade, a advogada Janaína Dutra Sampaio. O movimento da diversidade sexual brasileiro perdia uma de suas ativistas mais importantes, instalando-se um grande vazio. Este filme conta a história de vida e luta política de Janaína Dutra. Amigos, amigas e familiares relembram fatos e momentos da vida de alguém, que com muita coragem e sabedoria, soube mobilizar resistência e a luta das travestis por seus direitos humanos.
Produção: GRAB – Grupo de Resistência Asa Branca (Fortaleza, CE)
Sexualidade e Crimes de Ódio
27min | 2008
Este documentário busca ser uma forma de protesto diante da extrema brutalidade cometida contra os homossexuais no Brasil. Crimes de ódio, oriundos de diferentes segmentos da sociedade. Para o diretor do filme, a igreja católica e os grupos evangélicos radicais são co-responsáveis pelo crescimento da intolerância ao lutarem contra os direitos civis das minorias sexuais. Em uma sociedade onde predominam os valores machistas, religiosos e moralistas contra a comunidade GLBT, a ausência de direitos já levou a morte a milhares de cidadãos(ãs) brasileiros.
Produção: Vagner de Almeida e Richard Parker
Basta um Dia
55min | 2006
O filme documentário “Basta um dia” aborda a vida de brasileiros e brasileiras que, entre a coragem e o medo, tentam, muitas vezes sem sucesso, sobreviver à dura realidade de violências impostas ao seu cotidiano. São travestis, homossexuais, bichas boys, monas, gays, enfim, habitantes da Baixada Fluminense que enfrentam o preconceito, a agressão física e a morte física e social nas margens da rodovia Presidente Dutra, principal ligação entre a duas maiores e mais ricas metrópoles do país, Rio de Janeiro e São
Paulo.
Paulo.
Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)
Escola Sem Homofobia
18min | 2006
Vídeo educativo centrado nas oficinas realizadas com professores da Rede Pública de Ensino de Nova Iguaçu e Duque de Caxias sobre a temática da homossexualidade nas escolas. Mostra como a vivência na escola pode ser um caminho para o exercício da cidadania plena e um ambiente de respeito à diversidade sexual. Essas oficinas fizeram parte do projeto Escola sem Homofobia: trabalhando a diversidade sexual com professores da Rede Pública de Ensino de Nova Iguaçu e Duque de Caxias que a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA), em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade – Ministério da Educação (Secad/MEC), a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro e as Secretarias Municipais de Educação de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, realizou com os professores de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental.
Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)
I Encontro Nacional de Jovens Gays e outros HSH – Prevenção, Solidariedade e Ativismo em HIV/Aids
30min | 2010
Este documentário é direcionando para uma audiência ampla, tais quais jovens de diferentes classes sociais e etnia, educadores, familiares e outras pessoas que estão envolvidas diretamente com população jovem no Brasil e no mundo.
Produção: GRAB (Fortaleza, CE)
Ritos e Ditos de Jovens Gays
43min | 2002
Ritos e Ditos de Jovens Gays nos oferece uma tela viva que desvenda a vivência do jovem homossexual em tempos de AIDS – o seu sofrimento e a sua alegria, as suas angústias e os seus sonhos. O vídeo fala com as palavras dos jovens, sobre as suas experiências e as suas vidas, e, acima de tudo, sobre a sua coragem em enfrentar com dignidade e honestidade uma sociedade tantas vezes injusta e opressiva.
Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)
Cabaret Prevenção
20min | 1995
Fruto da Oficina de Teatro Expressionista, desenvolvida pelo Projeto Homossexualidades, o vídeo registra o espetáculo que procurou levar para o palco, de maneira bem-humorada e ao mesmo tempo reflexiva, a realidade cotidiana homossexual e o impacto da epidemia da AIDS, através de textos escritos, encenados e produzidos pelos próprios participantes da Oficina.
Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)
Borboletas da Vida
38min | 2004
O filme “Borboletas da Vida” desvenda a realidade dos jovens homossexuais que vivem na periferia das grandes cidades, sofrendo os efeitos da pobreza e da miséria, sem perder sua dignidade, sua criatividade… Homossexuais, transformistas, borboletas da vida real brasileira… eles/elas “carregam, a mulher na bolsa”, experimentam com as possibilidades e os limites do gênero e da sexualidade, e enfrentam a discriminação com força, coragem, e determinação…
Produção: ABIA (Rio de Janeiro, RJ)
Sou Mulher, Sou Brasileira, Sou Lésbica
45min | 2009
Documentário que trata da vida de mulheres brasileiras e seus enfrentamentos na sociedade lesbofóbica e racista. Mulheres essas, que ainda vivem a margem da sociedade e necessitam com muita força e coragem desvendar-se todos os dias.
Produção: Vagner de Almeida
Programação
Abertura – 02/08/2011 | 17h-18h
Mesa de Abertura – Neste momento será projetado o filme “Dando a volta por cima: uma história coletiva“.
Sessão de Abertura – 02/08/2011 | 18h – “Janaína Dutra: uma Dama de Ferro”, com presença do diretor Vagner de Almeida.
19h – Coquetel
Sessão 01 – 02/08/2011 | 19h30min-21h30min
Homofobia e Intolerância Religiosa
Projeção dos filmes: “Sexualidade e Crimes de Ódio” e “Basta um dia“.
Coordenador: Fabrício Lima (ROMA)
Sessão 02 – 03/08/2011 | 15h-17h30min
Juventudes e Educação
Projeção dos filmes: “Escola Sem Homofobia“, “I Encontro Nacional de Jovens Gays e Outros HSH” e “Ritos e Ditos de Jovens Gays“.
Coordenadora: Tânia Welter (PIBIC-Ensino Médio – CNPq/Papo Sério/NIGS/UFSC)
Sessão 03 – 03/08/2011 | 18h-20h
Identidades
Projeção dos Filmes: “Cabaret Prevenção” e “Borboletas da Vida“
Coordenadora: Mônica Siqueira (NAVI/UFSC)
Sessão 04 – 03/08/2011 | 20h30min-22h
Lesbianidades
Projeção do Filme: “Sou Mulher, Sou Brasileira, Sou Lésbica“
Coordenadora: Maria Guilhermina Cunha Salasário
(ADEH)
Publicado em 27 de julho de 2011, às 9:07
Fonte: http://noticias.ufsc.br/2011/07/27/mostra-de-filmes-na-lagoa-discute-homofobia-e-desigualdade-social/
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Orientação Sexual não deve ser usada como critério para a seleção de doadores de sangue, segundo Portaria 1.353 do Ministério da Saúde
"Faixa etária para doação de sangue é ampliada
Izabel Bacelar, da Agência Saúde – Ascom/MS 61/3315-6266
Disponível em: Site Ministério da Saúde
14/06/2011 , às 15h08
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Semana de Enfrentamento ao Sexismo, Lesbofobia, Homofobia e Transfobia
Convidamos você para participar da "Semana de Enfrentamento ao Sexismo, Lesbofobia, Homofobia e Transfobia", que acontecerá no dia 16 de maio, das 8h00min às 18h30min, Rua Paschoal Apóstolo Pitsica, 4860 (ao lado da Polícia Federal) e a Audiência Pública ocorrerá em 17de maio, às 18h30min, no auditório da Fecomércio, Rua Felipe Schmidt, 785, centro.
Este evendo esta sendo realizado pela Coordenadoria Municipal de Politicas Públicas para Mulheres, em parceria entre o ROMA - Núcleo de Diversidade Sexual da Grande Florianópolis, e demais entidades Universitárias, Movimentos Sociais e as Organizações Não Governamentais.
Estas atividades estão em consonância com compromisso do poder executivo municipal que pauta seu o trabalho no sentido de realizar ações que valorizem a diversidade, a equidade de gênero e o fim de estigmatizações contra sujeitos sociais, garantindo assim a efetivação dos direitos e o pleno exercício da cidadania. Cuminando também com a Lei Municipal de Florianópolis nº 7476/2007 sobre o dia 17 de Maio, que é o Dia Municipal de Combate a Homofobia, Lesbofobia e Transfobia.
As inscrições para o seminário poderão ser realizadas até 12 de maio no site da Prefeitura de Florianópolis. (http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/semas/?cms=sexismo++lesbofobia++homofobia+e+transfobia)
segunda-feira, 14 de março de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)




